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A Faculdade de Farmácia da UFG foi fundada em 12 de outubro de 1945, sob denominação de Faculdade de Farmácia e Odontologia de Goiáz, através do esforço hercúleo de pessoas como Dr Rômulo Rocha, Dr. Claro Augusto de Godoy e, dos então, candidatos a alunos Marinho Lino de Araújo, hoje nome do Centro Acadêmico da Faculdade de Farmácia da UFG, e Ramiro de Campos Meireles. Em janeiro de 1948, foi realizado o primeiro vestibular intitulado Concurso de Habilitação aos Cursos de Farmácia e Odontologia, onde foram ofertadas trinta vagas para cada curso. A aula inaugural da primeira turma de alunos aconteceu no dia 15 de abril de 1948, com a presença de autoridades, professores e alunos. Inicialmente as aulas eram ministradas nas dependências da Fundação São Vicente de Paula, na Avenida Tocantins e posteriormente na Rua 4, em Goiânia-GO. Em 1953 aconteceu o lançamento da pedra fundamental do prédio próprio,na presença de autoridades Federais, Estaduais, Municipais, do Bispo da época, de alunos, professores e comunidade em geral. A partir de 1958, as Faculdades de Farmácia e Odontologia iniciaram um período novo, em sede própria, sendo incorporada à UFG em 1960. A mudança da Faculdade de Farmácia da UFG para o atual prédio se deu em 1989. A Faculdade de Farmácia da UFG perdurou como única Escola de Farmácia no Estado de Goiás até o ano de 1988, formando neste período 23 turmas, o que corresponde à aproximadamente 3500 farmacêuticos. Dentre os farmacêuticos formados na UFG, podemos destacar várias personalidades no contexto regional e nacional, i.e. Dr Jaldo de Sousa Santos, Presidente do Conselho Federal de Farmácia; José Cruciano de Araújo, Reitor da UFG em; Prof. Jamil Issy, pioneiro na Área de Toxicologia e um dos criadores do Conselho Federal de Farmácia; Dr Saulo Lopes, criador da rede de Drogarias Goiás e Santa Mônica; Prof. Heno Jacomo Perillo, pioneiro da Indústria Farmacêutica de Goiás, dono do Laboratório Halex Istar; Prof. Miguel Jorge, escritor, membro da Academia Goiânia de Letras; Dr Evandro Tokarski, dono da Indústria TKS e rede de Farmácias Artesanal; Dr Nara Luiza de Oliveira, Presidente do Conselho Regional de Farmácia; Dr Fátima Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Além de fazer história no Estado de Goiás, a Faculdade de Farmácia continua tendo participação marcante no contexto regional através de seus laboratórios de prestação de serviço, i.e. Laboratório de Análises Clínicas Rômulo Rocha, fundado em maio de 1971, atendendo em média 100 pacientes por dia, através de diversos convênios, inclusive com o Sistema Único de Saúde (SUS). No mesmo são realizados exames 26complementares nas áreas de microbiologia, micologia, citopatologia, hematologia, parasitologia, bioquímica, uroanálise, sorologia, hormônios, marcadores tumorais e toxicologia. O Laboratório de Análises Clínicas Rômulo Rocha desenvolve atividades de ensino, pesquisa e extensão e participa do Programa Nacional de Controle de Qualidade da Sociedade Brasileira de Análises Químicas (SBAC), sendo portador de "Certificado Prata" de qualidade. Foi inspecionado (agosto / 2001) pela (ANVISA) e aprovado para executar exames laboratoriais em voluntários selecionados para participar de testes de bioequivalência na validação de medicamentos genéricos; Laboratórios de Controle de Qualidade de Alimentos fundado em 1985 e credenciado pelo Ministério da Saúde e Secretaria de Vigilância Sanitária de acordo com a Portaria n.10 de 04/02/86 tornando-se desde então o laboratório oficial para o Controle de Qualidade de Alimentos no Estado de Goiás; Laboratório de Controle de Qualidade Físico Químico de Medicamentos criado em 2002, também contribui com o ensino, a pesquisa e a extensão, através da prestação de serviços na área de controle de qualidade para farmácias de manipulação através de um convênio com Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais (ANFARMAG) ou contratos diretos com outras empresas; Farmácia Escola, um estabelecimento de saúde que além de desenvolver atividades de ensino, pesquisa e extensão nas áreas magistral e de dispensação de especialidades farmacêuticas, cosméticos e correlatos, proporciona aos acadêmicos do curso a oportunidade de aliarem os conhecimentos teóricos adquiridos à prática diária das atividades do farmacêutico no exercício da profissão, aprimorando a relação entre o futuro profissional e a sociedade. Com o intuito de promover o desenvolvimento científico na área das Ciências Farmacêuticas, a Faculdade de Farmácia criou o periódico eletrônico Revista Eletrônica de Farmácia em 2004. A Revista Eletrônica de Farmácia é um veículo científico, onde são publicados artigos originais e revisões relativas às Ciências Farmacêuticas e áreas afins "http://www.revistas.ufg.br/index.php/REF".

Do seu início em 2004 até o final de 2007, a REF possuia Corpo Editorial local e apresentava periodicidade semestral. No entanto, com o intuito de fortalecer à mesma frente à área de Ciências Farmacêuticas e melhorar seu conceito junto aos orgãos indexadores, em 2008 o Corpo Editorial da mesma foi ampliado com membros externos a UFG, com pesquisadores de instituições i.e. USP, FioCruz/Rio de Janeiro e UNIVALI. Outra iniciativa tomada à mesma época foi relatava ao aumento de sua periodicidade, que passou de semestral à quadrimestral. Atualmente, estamos trabalhando para que a mesma seja indexada a bancos de dados i.e. LILACS e/ou scielo. Neste sentido, visamos tornar a periodicidade da revista bimestral e aceitar artigos para publicações nos idiomas português, inglês e espanhol, aumentando, assim sua abrangência. Seguindo sua vocação natural e com o objetivo de formar recursos humanos em nível de mestrado, foi criado o Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas, modalidade acadêmica, aberto aos graduados em Farmácia ou em áreas afins. O mesmo foi aprovado pelo CTC/CAPES em 23-24/05/2005 com conceito 3, sendo regulamentado pela Resolução CONSUNI NO 12/2005 de 24/06/2005 e pela Resolução CEPEC NO 735 de 05/07/2005 (UFG). Desde sua implantação em 2005 ca. 30 mestres em Ciências Farmacêuticas foram formados, após a conclusão de 16 créditos em disciplinas, 2 créditos em atividades complementares e defesa de sua dissertação frente à banca de qualificação e aprovação em sessão de defesa. Face ao perfil do egresso, podemos concluir que o objetivo inicial vem sendo alcançado, uma vez que o mesmo, além do aumento da produção científica da Faculdade de Farmácia, tem conseguido uma rápida inserção no mercado de trabalho, i.e. Estabelecimentos de Ensino Superior, Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) e/ou dar sequência a sua formação em outros Programas de Pós Graduação na modalidade doutorado. O aumento do grau de qualificação do corpo docente da Faculdade de Farmácia, bem como a ampliação do quadro através de concurso público, tem propiciado, nos últimos anos, maior visibilidade sob o ponto de vista científico. Isto pode ser verificado através da participação dos docentes em projetos multi-institucionais, i.e. Instituto do Milênio Inovação e Desenvolvimento de Fármacos e Medicamentos (IM-INOFAR); 2 Programa Nacional de Cooperação Acadêmica (PROCAD) em 2005 e 1PROCAD em 2007 da CAPES, envolvendo UFRJ, UFPE, UFC e UFRS; recentemente 2 Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCT) o INCT-INOFAR Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Fármacos e Medicamentos e o Instituto Nacional de Ciências Farmacêuticas;participação de docente na reestruturação da Farmacopéia Brasileira, a convite da ANVISA; participação de docentes no Grupo Gestor Pró-Saúde II UFG; participação de docentes no Núcleo de Excelência Clínica na Atenção Básica NEABAS da UFG; Como conseqüência ao investimento em ensino, pesquisa e extensão, o reconhecimento na forma prêmios vem sendo conquistados, i.e. relacionados a seguir: 2003 - Prêmio de Incentivo em Ciência e Tecnologia para o SUS 2003 - Menção Honrosa, Ministério da Saúde Categoria: Tese de Doutorado Garantia de Qualidade do Exame Citológico no Rastreamento do Câncer do Colo Uterino: Avaliação da Revisão Rápida de 100%. 2004 - Comenda do Mérito Farmacêutico, Conselho Federal de Farmácia. 2005 - Prêmio PNCQ na Categoria de Melhor Trabalho sobre Controle de Qualidade no XXXII Congresso Brasileiro de Análise Clínicas, Sociedade Brasileria de Análises Clínicas. Controle Externo da Qualidade dos Diagnósticos Citológicos no Rastreamento do Câncer Cervical: Estudo Piloto. 2006 - Prêmio PNCQ na Categoria Melhor Trabalho de Controle de Qualidade no XXXIII Congresso Brasileiro de Análises Clínicas, Sociedade Brasileira de Análises Clínica. Revisão Rápida de 100%: um método eficiente na detecção de falso-negativos em citopatologia cervical. 2007 - Trabalho Científico premiado no 33ª Jornada Goiana de Ginecologia e Obstetrícia, Sociedade Goiana de Ginecologia e Obstetrícia.Qualidade de vida das mulheres com incontinência urinária antes e após a fisioterapia no hospital materno infantil de Goiânia-GO. 2008 - Prêmio de Inovação Regional da FINEP 2008 pelo Laboratório de Tecnologia Farmacêutica FF/UFG. 2008 - Prêmio PNCQ na Categoria Melhor Trabalho de Controle de Qualidade no XXXV Congresso Brasileiro de Análises Clínicas, Sociedade Brasileira de Análises Clínicas. Controle Interno da Qualidade dos Exames Citopatológicos Cervicais: Desempenho dos Métodos de Pré-escrutínio Rápido e Revisão com Base em Critérios Clínicos de Risco. 2008 - Prêmio de Incentivo em Ciência e Tecnologia para o SUS 2008 - Categoria Trabalho Publicado, Ministério da Saúde. A revisão rápida de 100% é eficiente na detecção de resultados falsos-negativos dos exames citopatológicos cervicais e varia com a adequabilidade da amostra: uma experiência no Brasil. 2008 - Reconhecimento ao Mérito do trabalho acadêmico pela UFG por ter recebido Prêmio de Melhor Trabalho de Controle de Qualidade - PNCQ-2008, Universidade Federal de Goiás. 2008 - Reconhecimento ao Mérito do trabalho acadêmico pelo Prêmio de Incentivo em Ciência e Tecnologia para o SUS 2008, Universidade Federal de Goiás. 2008 - 14ª Regional Conference Istanbul Wonca Europe 2008: Pharmaceutical care on family health strategy: the experience of Goiânia, Brazil.Em 2005, a Faculdade de Farmácia foi uma das primeiras Escolas de Farmácia do Brasil a implantar a nova diretriz curricular, CEPEC 762/2005, que no seu Art. 2º estabelece O Curso de Farmácia terá como objetivo formar um profissional com conhecimentos amplos na área de fármacos e de medicamentos, integrados com os conhecimentos de toxicologia, de análises clínicas e de alimentos, capaz de promover a transformação e o desenvolvimento da sociedade.. Para alcançar esse objetivo, o curso de Farmácia vem realizando esforços para a transformação das práticas profissionais, com base na reflexão crítica sobre o trabalho em saúde e na experimentação da alteridade com os usuários, buscando reorganizar e incentivar a atenção básica, como estratégia privilegiada de substituição do modelo tradicional de organização do cuidado em saúde. Exemplos destes esforços podem ser constatados em projetos já estabelecidos como: Pró-Saúde, Pet-Saúde, Atenção Farmacêutica no PSF, Rede Goiana de Assistência Farmacêutica, Núcleo de Economia da Saúde do Estado de Goiás,nos quais as atividades de ensino, pesquisa, assistência e extensão garantem uma interface entre a universidade, o sistema de saúde, as instituições parceiras e a população, favorecendo a aprendizagem prática, sustentada pela metodologia científica e integrada ao sistema prestador de serviços. Tais projetos caracterizam-se também como estratégia de educação continuada, funcionando como núcleos geradores de atividades, produtores de conhecimento e aglutinadores de recursos humanos. Este novo perfil de Farmacêutico Generalista vai ao encontro à visão do SUS. Tais mudanças colocaram a Faculdade de Farmácia da UFG entre as duas melhores Escolas de Farmácia do país em 2007, segundo o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE). O Curso de Farmácia da Universidade Federal do Pará foi criado em outubro de 1903 e constitui-se num dos mais antigos cursos de Farmácia do país. Sua origem está ligada a necessidade de aperfeiçoamento dos antigos boticários e, desde a sua fundação, guardou profundas relações com os governos estaduais paraenses. Esta relação perdurou por toda a primeira metade do século XX e começou a se modificar a partir da criação da Universidade Federal do Pará, em 1957. A antiga Faculdade de Farmácia acabou dando lugar ao Curso de Farmácia. Esta, por sua vez, foi integrada à nascente UFPA. A estrutura organizacional tornou-se fragmentada, criando-se as coordenações de cursos, responsáveis pela administração das atividades acadêmicas, e os departamentos, responsáveis pelas atividades administrativas. A Reforma Universitária promovida pelo Regime Militar instalado no país a partir do golpe de 1964, com a finalidade de fragmentar as relações entre os diferentes segmentos universitários, impôs a Reforma Universitária que, entre outras mudanças, implantou o sistema de créditos nos cursos de graduação. Por outro lado, não houve, durante estes 100 anos de atividade do curso, uma política oficial voltada para a qualificação do corpo docente na instituição de ensino e, tampouco, com a formação e fixação dos profissionais farmacêuticos formados na região. À falta de uma política nacional de distribuição do desenvolvimento, juntou-se uma falta de visão estratégica, comum na época, das realidades amazônicas. Os projetos elaborados na época, alicerçados na visão imediatista e de perenidade dos recursos naturais, não se preocupava em aliar o desenvolvimento humano regional com a proteção ao recursos naturais. A exploração de minério de ferro em Carajás, a exploração aurífera em Serra Pelada, a construção da Hidroelétrica de Tucuruí e da Rodovia Transamazônica fornecem exemplos claros destes grandes projetos. No que diz respeito a qualificação de recursos humanos, persistiu a dificuldade em obtê-la nos centros regionais. Os eventuais interessados continuaram sendo obrigados a se deslocarem em direção ao sul do país. Esta imposição da realidade acabou contribuindo para uma distorção que ainda hoje se observa no universo da ciência brasileira, bem como em outros ramos de atividade, que é a distância que separa os centros brasileiros de excelência daqueles que não conseguem sair do limbo da dependência tecnológica. Um problema adicional é a visão das grandes indústrias farmacêuticas as quais estabelecem diretrizes que orientam a pesquisa sobre fármacos e não se observa que não há interesse no desenvolvimento de substâncias para o tratamento de patologias consideradas endêmicas ao subdesenvolvimento. A região Norte do Brasil, bem como o Nordeste, tem funcionado, ao longo dos séculos, como as regiões de onde se pode obter a matéria-prima para movimentar o desenvolvimento do restante do país. A inexistência de cursos de pós-graduação nestas regiões é conseqüência perversa deste estado de coisas. O resultado é a eternização de um processo que retira a capacidade de desenvolvimento auto-sustentável e transfere para outras regiões o enorme potencial material e humano destas regiões resultando numa eterna carência de profissionais capazes de unir a competência acadêmica com a competência técnica e atender a crescente demanda por formuladores de políticas capazes de responder às novas exigências sociais. A Região Norte do país é detentora de uma das maiores biodiversidades do planeta. São plantas, animais, recursos hídricos e minerais que ainda aguardam serem explorados de forma racional. Por outro lado, a exploração destes recursos tem resultados em graves e permanentes danos à ecologia local que, em função da vastidão da área em questão, tem reflexos em nível global. A importância geo-estratégica da Amazônia tem sido demonstrada ao longo dos anos por diversas e distintas manifestações de preocupação de autoridades ao redor do mundo. O argumento que freqüentemente se tem utilizado é que os brasileiros não saberiam explorar e guardar adequadamente um patrimônio que, na visão destas nações, seriam da humanidade e, por isso mesmo, deveria ser posta sob a guarda de uma entidade como as Organização das Nações Unidas. As autoridades ainda não fomentaram a criação e fortalecimento das instituições regionais voltadas para o conhecimento integrado da biodiversidade amazônica e a implementação de políticas que possam compatibilizar o combate à pobreza na região e o uso racional desta biodiversidade. É fato que diante da inexistência de técnicas adequada de manejo desta biodiversidade, a comunidade continuará a utilizar-se de forma predatória destes recursos e continuará a se repetir as mazelas sociais que tão bem se noticia. Diante da exposição, percebeu-se, claramente, a necessidade premente de um curso de pós-graduação em ciências farmacêuticas. Esse curso foi idealizado em 2005 e em 2006 foi homologado pelo CNE (Portaria Nº 2.000 - DOU 21/12/06 - Parecer 165/2006,20/12/2006). A implantação do curso de pós-graduação em Ciências Farmacêuticas na região veio ao encontro de antigas aspirações da sociedade amazônica e fortalece as idéias de implementação de políticas desenvolvimentistas na região. O curso apresenta um auto-impacto de inserção regional uma vez que se trata do único PPGCF na Região Norte pelo grande potencial de utilização da biodiversidade região amazônica, ale de favorecer a fixação e atração de profissionais qualificados na área de Ciências Farmacêuticas na Região Amazônica. A primeira universidade do Estado Amapá, a Universidade Federal do Amapá/UNIFAP, inicialmente foi Núcleo de Extensão da Universidade Federal do Pará (NEM-UFPA). Teve sua institucionalização em 1991, principalmente, para suprir uma enorme carência no Estado: formar professores para atuar na Educação Básica. Assim, foram criados cursos voltados para as licenciaturas, tais como Matemática, Geografia, História, Educação Artística, Pedagogia e Letras. Nesse período inicial enquanto, na maior parte do país, os professores das instituições de ensino superior já possuíam título de Mestre e Doutor, a grande maioria dos professores aprovados nos concursos da UNIFAP era de graduados e especialistas.

Ao longo desses 21 anos de existência, alguns expedientes tiveram de ser tomados para qualificar esses professores sem que eles ficassem muito tempo longe da instituição. Um desses expedientes foi o estabelecimento de convênios com outras instituições do país para a implantação de Mestrados e doutorados Interinstitucionais. Como resultados dessas parcerias, profissionais foram qualificados e grupos de pesquisa começaram a surgir na UNIFAP, colocando-a no cenário da produção científica. Atualmente, com a crescente demanda da sociedade amapaense, a UNIFAP ampliou seus cursos e hoje conta com mais de 22 cursos, entre licenciaturas e bacharelados (Ciências Biológicas, Geografia, Ciências Farmacêuticas, Ciências Sociais, Direito, Artes visuais, Enfermagem, Medicina, Comunicação Social, Relações Internacionais, História, Letras, Matemática, Pedagogia, Secretariado Executivo,Educação Física, Arquitetura e Urbanismo, Ciências Ambientais, Licenciatura Indígena, Engenharia Elétrica e Física). No que respeita a pós graduação já estão em processo de consolidação 4 (quatro) programas de Mestrados, 01 (um) doutorado, que recebem discentes de todo o país. A UNIFAP possui ainda, uma rede de campi no interior do Amapá, atingindo cerca de cinco municípios estratégicos: Amapá, Oiapoque, Laranjal do Jarí, Santana e Porto Grande. Destaque-se que está em processo de criação a Universidade Binacional do Campus Oiapoque-UNIFAP, cujo foco é a biodiversidade, pela possibilidade de se utilizar a riqueza em biodiversidade como recurso fundamental para o desenvolvimento de pesquisas em áreas diversas, como farmacologia e saúde, bem como pelas grandes oportunidade que a localização fronteiriça do Amapá com a Guiana Francesa oferece, para a implementação de ações que contribuirão para o desenvolvimento científico e tecnológico não só do Amapá, mas de toda a Amazônia.Com isso a UNIFAP vem se consolidando como catalisadora do processo de formação de recursos humanos qualificados no estado do Amapá e, mais recentemente tem abarcado pessoas de todas as regiões do Brasil, nos mestrados como Direito Ambiental e Ciências da Saúde.

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